POSTAGENS DA SEMANA

domingo, 30 de outubro de 2011

Heidi Klum chega deitada em maca para 12ª edição de baile de Halloween

Modelo alemã surpreendeu com a chocante fantasia para a festa de Dia das Bruxas na noite de sábado (12)
QUEM ONLINE; FOTOS SPLASH NEWS
SPlash News

Heidi Klum, 38, chegou deitada em uma maca empurrada por médicos ensanguentados para a 12ª edição do baile à fantasia de Dia das Bruxas promovido anualmente por ela e pelo marido, o cantor Seal, em Las Vegas. A festa, realizada na noite de sábado (29), aconteceu na casa noturna TAO e contou com um show especial da modelo e apresentadora alemã .


Mais uma vez Heidi Klum impressionou pela criatividade na fantasia. Ao entrar deitada no tapete vermelho, a top "ressuscitou" e exibiu o esqueleto humano sem pele, como se todos os músculos estivessem à mostra. Antes da festa, Heidi resolveu brincar com a empresária e amiga Kim Kardashian, 31, no site de relacionamentos Twitter. A modelo alemã, fã das festas do Dia das Bruxas, mostrou um pedacinho da fantasia que usará este ano. "Acho que estou mais sexy que você esta noite", disse Heidi.

A brincadeira foi feita no momento em que Kim mostrava sua fantasia de Hera Venenosa, vilã do "Batman". "Estou muito assustada!", riu Kim. "Ano que vem você escolhará a minha fantasia!", disse a empresária.

SPlash News

sábado, 29 de outubro de 2011

Concessionárias de banda larga terão de obedecer velocidade minima e média

Em votação realizada pela Agência Nacional de Telecomunicações (ANATEL), ontem, 27 de outubro, foi aprovada nova medida que estipula metas de qualidade para as concessionárias de conexão de internet banda larga no Brasil. Segundo a proposta, as empresas de telecomunicação que ofereçam serviços de internet agora deverão entregar duas metas - uma sobre velocidade mínima e outra sobre velocidade média. A resolução leva em consideração os momentos de alto tráfego.

O novo regulamento passará a valer a partir de novembro de 2012. Nas linhas abaixo, você confere o que vai mudar na sua velocidade de internet no ano que vem:

  • Novembro de 2012 - 20% mínimo e média de 60% da velocidade contratada
  • Até novembro de 2013 - 30% mínimo e média de 70% da velocidade contratada
  • Até novembro de 2014 - 40% mínimo e média de 80% da velocidade contratada

As novas regras valem para as concessionárias que possuem mais de 50 mil assinantes, estando isentas do regulamento aquelas com numero inferior de clientes. Atualmente, no Brasil, as concessionárias com mais de 50 mil assinantes são Oi/Brasil Telecom, Telefônica, NET, Ajato, Velox, GVT, para telefonia fixa; e Oi, Claro, Vivo e TIM, para telefonia móvel 3G.

A resolução também obrigará as concessionárias a manterem o sinal de conexão estável por 99% do tempo mensal (trocando em miúdos, o usuário só poderá ficar sem internet por até sete horas por mês, independente do motivo), além de as empresas fornecedoras de internet terem que contratar uma entidade de fiscalização - entidade esta que vai operar de forma independente e responderá diretamente à ANATEL.

O não cumprimento do novo regulamento acarretará multa de até R$ 25 milhões para a entidade infratora.

Atualmente, não há regra estabelecida sobre a oferta de qualidade de conexão de internet no país. O que o consumidor tem hoje é a sugestão contratual, vinda da própria concessionária, de que a empresa tem a obrigação de entregar "apenas 10% do que se foi contratado". O Olhar Digital já publicou uma matéria que trata esse assunto em maiores detalhes (assista ao final do texto).

E você? Acha que a nova regulamentação da ANATEL veio para ficar? Dê a sua opinião nos comentários abaixo. 
http://olhardigital.uol.com.br

terça-feira, 25 de outubro de 2011

Sua empresa e as redes sociais


O estabelecimento de uma clientela fiel e satisfeita é, sem dúvida, um dos maiores desafios enfrentados pelos empresários, especialmente aqueles que começaram suas atividades há pouco tempo. Afinal, para alcançar esse objetivo, é preciso não apenas satisfazer o cliente, mas também convencê-lo de que o preço pago pelo serviço prestado é justo. Portanto, para poder crescer no seu empreendimento, é preciso parar para pensar nos seus clientes e na forma como divulgar os seus produtos ou serviços.

Nesse sentido, o primeiro passo a ser tomado é o de identificar quem efetivamente compõe o público alvo para os produtos ou mesmo os serviços
da sua empresa. Feito isto, está na hora de estabelecer canais para se comunicar com esse público, de forma a não só conquistá-lo, mas, sobretudo, fidelizá-lo.

Somente então é hora de investir na divulgação
dos produto ou serviço prestado por sua empresa. Um erro comum entre os empresários é o de investir na divulgação da empresa sem ter um conhecimento claro do seu público alvo. Portanto

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

Steve Jobs não é brasileiro





O fundador da Apple, Steve Jobs, morreu sem ver sua empresa operar normalmente no Brasil. O americano está sendo saudado justamente como um revolucionário genial que transformou o modo como comercializamos e consumimos cultura e tecnologia. Isso é muita coisa. Mas uma coisa ele não conseguiu: fazer sua empresa ocupar o espaço que lhe cabe no fenomenal mercado brasileiro. E isso diz muito mais do Brasil do que de Jobs.
Até hoje os produtos Apple são comercializados por terceiros no Brasil, já que a empresa americana não conseguiu um modelo de negócios viável na pátria do imposto alto e de ambiente de negócios precário.
Os brasileiros pagam o dobro dos americanos ou mais para comprar os iProdutos criados por Jobs e equipe. A última cartada para a normalização da atuação da Apple por aqui foi o anúncio hiperinflado, para dizer o mínimo, da construção de uma fábrica de iPads no nosso país.
O anúncio ocorreu durante viagem de Dilma Rousseff à China, em abril passado. Na falta de qualquer resultado palpável da visita, anunciou-se com grande fanfarra e nenhuma substância que a Foxconn, empresa taiwanesa que fabrica os iProdutos, abriria uma nova fábrica no Brasil para produzi-los aqui. Era o que faltava para Dilma e o PT conquistarem a emergente classe média nacional.
Como escrevi naquela época neste espaço, a Apple não consegue vender direito seus produtos no Brasil por nossas precariedades econômicas, aciona a empresa taiwanesa que fabrica iPads e iPods na China para que os produza aqui e assim consiga driblar essas precariedades e isso ainda é vendido como um trunfo da visita de Dilma à China. Haja "spin"!
A fábrica obviamente está até hoje na promessa. Desde então, falou-se de produção inicial em novembro, depois que o BNDES financiaria o projeto de US$ 12 bilhões, depois que não haveria mão de obra qualificada no país para tocá-lo, depois que a operação começaria como as "maquiladoras" mexicanas, com os produtos somente montados aqui.
O fato é que Steve Jobs morreu, e o Brasil ainda segue excluído em grande medida da revolução Apple. Assim como seguimos com uma das conexões de internet mais caras e lentas do mundo.
São essas coisas que explicam o nosso atraso, apesar dos enormes avanços dos últimos anos, e a nossa dependência das benditas commodities (porque sem elas teríamos déficits comerciais desastrosos).
Se Jobs conseguiu transformar tanta coisa, quem sabe a comoção com sua morte ilumine a cabeça dos nossos burocratas e acelere a liberalização do mercado brasileiro de tecnologia e digital.
Taxar tecnologia é taxar o conhecimento, a inovação, o futuro. É fechar as fronteiras para Steve Jobs.
Sérgio Malbergier
Sérgio Malbergier é jornalista. Foi editor dos cadernos Dinheiro (2004-2010) e Mundo (2000-2004), correspondente em Londres (1994) e enviado especial da Folha a países como Iraque, Israel e Venezuela, entre outros. Dirigiu dois curta-metragens, "A Árvore" (1986) e "Carô no Inferno" (1987). Escreve para a Folha.com às quintas.
 O fundador da Apple, Steve Jobs, morreu sem ver sua empresa operar normalmente no Brasil. O americano está sendo saudado justamente como um revolucionário genial que transformou o modo como comercializamos e consumimos cultura e tecnologia. Isso é muita coisa. Mas uma coisa ele não conseguiu: fazer sua empresa ocupar o espaço que lhe cabe no fenomenal mercado brasileiro. E isso diz muito mais do Brasil do que de Jobs.
Até hoje os produtos Apple são comercializados por terceiros no Brasil, já que a empresa americana não conseguiu um modelo de negócios viável na pátria do imposto alto e de ambiente de negócios precário.
Os brasileiros pagam o dobro dos americanos ou mais para comprar os iProdutos criados por Jobs e equipe. A última cartada para a normalização da atuação da Apple por aqui foi o anúncio hiperinflado, para dizer o mínimo, da construção de uma fábrica de iPads no nosso país.
O anúncio ocorreu durante viagem de Dilma Rousseff à China, em abril passado. Na falta de qualquer resultado palpável da visita, anunciou-se com grande fanfarra e nenhuma substância que a Foxconn, empresa taiwanesa que fabrica os iProdutos, abriria uma nova fábrica no Brasil para produzi-los aqui. Era o que faltava para Dilma e o PT conquistarem a emergente classe média nacional.
Como escrevi naquela época neste espaço, a Apple não consegue vender direito seus produtos no Brasil por nossas precariedades econômicas, aciona a empresa taiwanesa que fabrica iPads e iPods na China para que os produza aqui e assim consiga driblar essas precariedades e isso ainda é vendido como um trunfo da visita de Dilma à China. Haja "spin"!
A fábrica obviamente está até hoje na promessa. Desde então, falou-se de produção inicial em novembro, depois que o BNDES financiaria o projeto de US$ 12 bilhões, depois que não haveria mão de obra qualificada no país para tocá-lo, depois que a operação começaria como as "maquiladoras" mexicanas, com os produtos somente montados aqui.
O fato é que Steve Jobs morreu, e o Brasil ainda segue excluído em grande medida da revolução Apple. Assim como seguimos com uma das conexões de internet mais caras e lentas do mundo.
São essas coisas que explicam o nosso atraso, apesar dos enormes avanços dos últimos anos, e a nossa dependência das benditas commodities (porque sem elas teríamos déficits comerciais desastrosos).
Se Jobs conseguiu transformar tanta coisa, quem sabe a comoção com sua morte ilumine a cabeça dos nossos burocratas e acelere a liberalização do mercado brasileiro de tecnologia e digital.
Taxar tecnologia é taxar o conhecimento, a inovação, o futuro. É fechar as fronteiras para Steve Jobs.
Sérgio Malbergier
Sérgio Malbergier é jornalista. Foi editor dos cadernos Dinheiro (2004-2010) e Mundo (2000-2004), correspondente em Londres (1994) e enviado especial da Folha a países como Iraque, Israel e Venezuela, entre outros. Dirigiu dois curta-metragens, "A Árvore" (1986) e "Carô no Inferno" (1987). Escreve para a Folha.com às quintas.

quarta-feira, 5 de outubro de 2011

Candidatos: sites de cadastro de currículo devem ser utilizados com critério


SÃO PAULO – A internet se consolidou como o veículo mais comum na busca por uma oportunidade de emprego. Através dela os candidatos podem cadastrar seu currículo, pesquisar por vagas, divulgar seu perfil, enfim, apresentar-se ao mercado. Mas, se por um lado é importante se expor, por outro, é preciso usar as ferramentas disponíveis na internet com certo critério, evitando, principalmente, perda de tempo.
Antes de se lançar nos diversos sites de cadastro de currículo, o gerente de marketing e vendas do Vagas.com, Luis Testa, explica que é preciso observar a credibilidade dos sites. Para isso, o candidato deve primeiro entrar nos sites de grandes empresas e verificar se elas possuem links que direcionam os interessados ao ambiente da página de cadastro decurrículo.
Por exemplo, ao entrar na página de uma empresa que você gostaria de trabalhar, vá para a área ‘Trabalhe Conosco’ e veja para qual ambiente você será direcionado. Ali é possível observar qual o parceiro da empresa, o que dá maior credibilidade ao site de cadastramento de currículo. “O primeiro canal que o candidato deve consultar é o site da empresa”, avalia Testa, lembrando que isso também faz com que o interessado tenha certeza de que a vaga existe.
Busque mais informaçõesMuitos sites de currículos apenas funcionam como um concentrador de vagas, vagas estas que nem sempre existem. Assim, depois de fazer a primeira verificação sugerida por Testa, é importante também levantar informações sobre os sites de currículos em páginas específicas de reclamações, como o Reclame Aqui, por exemplo. As redes sociais também são úteis nesse sentido, lembra Testa.
Nessas páginas, observe as reclamações dos usuários, veja o que eles falam sobre os serviços, se os sites respeitam a privacidade dos candidatos e como é a qualidade do atendimento. No caso dos sites de cadastro de currículo que cobram mensalidade dos candidatos, veja o que os usuários falam sobre cobranças indevidas e se as regras de contratação do serviços são respeitadas.
No caso desses sites pgaos, o cuidado deve ser grande, principalmente, em dois pontos. De acordo com a consultora da Cia de Talentos, Irina Schuchman, verificar a credibilidade é muito importante quando se coloca os dados do cartão de crédito, já que podem ser utilizados para outros fins. Além disso, é preciso observar que muitos sites pagos oferecem um período de uso gratuito, no entanto, caso o candidato não queira seguir com o serviço, ele precisa necessariamente cancelar, caso contrário, a cobrança começa automaticamente, após o término do prazo gratuito.
Irena também comenta que um dos riscos que os candidatos correm ao se inscrever nos sites de currículo, sem verificar a credibilidade do mesmo, é a perda tempo. “Muitas empresas marcam entrevistas, falam para o candidato que se trata de uma vaga perfeita, mas para isso ele precisa pagar tantos mil reais”, observa.
Como se destacar nos sites de cadastro de currículo?
Depois de verificar a idoneidade do site selecionado, para não perder tempo se cadastrando e não ser chamado para nenhuma entrevista, vale a pena considerar algumas dicas. O diretor-geral da Trabalhando.com, Renato Grinberg, recomenda “colocar palavras que são relevantes para filtro”, com isso ele quer dizer que não se deve deixar nenhum campo no currículo em aberto. Ou seja, não importa que seu nível de inglês seja básico, coloque mesmo assim, pois se não fizer essa seleção você não vai aparecer em nenhuma busca que envolva a língua.
Outro conselho é sempre ser objetivo, lembre-se que “menos é mais”, explica Grinberg, sugerindo que os candidatos precisam pensar com a cabeça do selecionador, que recebe milhares de currículos por dia e não tem tempo de ler todos os detalhes de sua experiência profissional. Os detalhes devem ficar para a entrevista, no cadastro do currículo a estratégia correta é focar nos resultados que o profissional obteve nas posições que ocupou.
Na prática, Grinberg sugere que, ao invés de descrever suas atividades na empresa, mostre o que você fazia em termos de resultados. Ou seja, não foque no projeto que você desenvolveu, mas sim qual o resultado que esse projeto apresentou, qual o impacto dele, quanto ele gerou de lucro, receita, ganhos de cliente e assim por diante.
Se sua experiência profissional for pequena, ou mesmo nenhuma, no caso de ser seu primeiro emprego, adicione informações de projetos acadêmicos, mas sempre com a mesma lógica, ou seja, qual foi o objetivo conquistado com o projeto ou com a atividade que você desenvolveu, sempre pensando em resultados e não em descrição de tarefas.

Derrubada a liminar que mantinha o Shopping Center Norte aberto


SÃO PAULO - A 7ª Vara da Fazenda Pública de São Paulo extinguiu o processo e cassou a liminar que mantinha o Shopping Center Norte funcionando na noite desta terça-feira (4). A informação foi divulgada pela Prefeitura de São Paulo, que afirmou já estar tomando providências cabíveis para executar a decisão.
Sem data definidaEm nota, a Prefeitura manifestou ainda sua preocupação com a segurança dos consumidores, lojistas e trabalhadores  e declarou ao Portal InfoMoney que ainda não possui uma data definida para fechar o estabelecimento comercial.
De acordo com a assessoria de imprensa do shopping, o estabelecimento ainda não foi notificado oficialmente sobre a decisão.
Em defesa dos funcionários
O Sindicato dos Comerciários de São Paulo informou, em nota, que vai acompanhar o procedimento judicial que cassou a liminar que mantinha o shopping em funcionamento e que manterá as ações judiciais para cobrar o adicional de periculosidade retroativo aos últimos 5 anos em defesa dos 7 mil comerciários que trabalham no local.

terça-feira, 4 de outubro de 2011

Corrida de rua é opção de negócio para os donos de pequenas empresas

-- CAROLINA DALL'OLIO, ESTADÃO PME --
Atividade reúne hoje 4,5 milhões de adeptos e abre espaço para empresas como o Grupo Latin, que faturou R$ 22 milhões durante o ano passado
Andre Lessa/AE
Andre Lessa/AE
Praticante de triatlo, Carlos Galvão enxergou oportunidades no mercado esportivo
Em 2000, ao identificar o potencial de crescimento das corridas de rua no País, quatro sócios criaram o Grupo Latin – uma agência que faz das provas um veículo de divulgação de grandes marcas. Beneficiada pela popularização do esporte (que reúne mais de 4,5 milhões de praticantes no Brasil), a empresa conseguiu faturar R$ 22 milhões em 2010.
O Grupo Latin, por exemplo, transformou companhias como Caixa Econômica Federal, Volkswagen e NET em patrocinadores de provas de rua. Agora, para aproveitar melhor a carteira de clientes que conquistou, passa a oferecer às empresas outros tipos de ações promocionais.

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A estratégia de expansão do grupo respeita uma lógica simples: não deixar as oportunidades escaparem. E a regra é seguida desde sua fundação.
Nos anos 90, o administrador de empresas Carlos Galvão participou da prova de triatlo Ironman Brasil e percebeu que, embora fosse renomado entre os triatletas, o evento reunia apenas 200 participantes. “Eu enxergava erros na organização e estimava que, com algumas mudanças, seria possível chegar a mil participantes em cinco anos”, afirma o empresário. “Vislumbrei ali a chance de criar uma empresa que atuasse no ramo.”
Realizar o Ironman Brasil em uma cidade que tivesse infraestrutura adequada, oferecer conforto aos atletas e um material esportivo de qualidade eram as medidas que Galvão pretendia tomar para atrair um público mais qualificado para o evento. Funcionou. Em três anos, a meta de conquistar mil participantes foi atingida.
Para executar o plano, Galvão contou com a ajuda de Carlos Alberto Azevedo, Frederico Azevedo e Frederico Wagner. Os três empresários, além de sócios da empresa de moda esportiva Track & Field, eram também seus amigos de infância. Juntos, os quatro criaram o Grupo Latin, usaram sua rede de relacionamentos para chegar ao detentor da marca Ironman e abocanharam o contrato de organização do evento no Brasil.
Naquele evento, os sócios perceberam que era bom negócio transformar consumidores da classe A e B em atletas de rua. Com este perfil de participantes, as provas organizadas pelo Grupo Latin se tornaram atraentes aos patrocinadores. “Por mirar esse público, conseguimos chamar a atenção de anunciantes de grande porte”, explica Galvão.
Em 2011, a agência deverá organizar 34 eventos esportivos que contarão com a participação de 65 mil pessoas. “Como criamos um bom relacionamento com os patrocinadores ao longo desses 11 anos, decidimos ampliar nosso portfólio para atender essas empresas em qualquer tipo de ação promocional que elas fizerem”, justifica Galvão.
No novo mercado, a disputa será mais acirrada. A agência passará a trabalhar em áreas em que ainda não possui experiência. “Mas a empresa não tem nada a perder”, avalia José Roberto Martins, consultor especializado em gestão de marcas. “Afinal, estender a atuação do negócio para áreas correlatas é uma estratégia de expansão que apresenta poucos riscos para empresas que vendem direto para outras empresas. A marca fica preservada”, analisa o especialista.

sábado, 1 de outubro de 2011

Cientistas australianos desenvolvem pílula para curar a bebedeira


No futuro, pesquisadores querem implantar um chip no cérebro para que ele faça a administração da droga em doses controladas





Cientistas da Universidade de Adelaide (Austrália) estão desenvolvendo uma pílula que deixa as pessoas alcoolizadas rapidamente sóbrias, segundo informações do Huffington Post.

O remédio limita os efeitos do álcool no cérebro e pode ajudar no tratamento de alcoólatras. De acordo com o líder da pesquisa, Mark Hutchinson, a substância, quando tomada regularmente, diminui os efeitos do álcool, tirando o prazer de beber.

"Os dependentes do álcool podem tomar uma pílula por dia ou ainda implantar um chip que faça a administração da droga no corpo em doses controladas e constantes", diz o pesquisador. No futuro, o chip implantado vai poder ser usado para encontrar bêbados e alcoólatras por meio de GPS.